quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Pesquisa da Você S/A mostra o que as empresas buscam na hora de contratar...

O profissional que as empresas querem

Levantamento mostra o que as melhores companhias buscam na hora de contratar. Prepare-se!


Por Andrea Giardino, redação Voce S/A
Nextel - A vez dos jovens - Satisfação no trabalho


O que as empresas buscam na hora da contratação? A VOCÊ S/A fez um levantamento com as 30 companhias classificadas neste guia para descobrir o que elas mais valorizam quando recrutam um jovem profissional. Sete em cada dez afirmam que vão expandir os negócios ao longo de 2011. Essa condição, de rápido crescimento, impacta diretamente o perfil de quem estão contratando agora.

"Queremos pessoas com visão empreendedora, dinâmicas e com espírito inovador", diz Sandro Bassili, vice-presidente de gente e gestão da Ambev, que este ano deve investir 2,5 bilhões de reais em novas fábricas, centros de distribuição e atualização das unidades atuais. Ao contrário do que se imagina, as companhias não dão tanta importância a cursos de pós-graduação ou MBA no currículo de quem está começando.

A ansiedade para conquistar o emprego dos sonhos é tanta que muitos jovens se matriculam em cursos desse tipo assim que deixam a faculdade, achando que valorizará seu passe. "Isso só faz sentido depois de alguns anos de carreira, quando aumentam as exigências de gestão", afirma Armando Bordallo, diretor de RH da Ernst & Young Terco.

No entanto, ter uma bagagem, por sua vez, é uma característica bem valorizada. Ou seja, conta o conhecimento ganho no dia a dia. "O candidato não precisa de MBA nem de experiência internacional. Preferimos formar aqui", diz Sandro, da Ambev.

Se você busca um projeto de carreira bacana, conheça as principais competências e qualificações desejadas pelas melhores empresas. Fica mais fácil se preparar para trabalhar em uma delas.

HABILIDADES COMPORTAMENTAIS
Quais são as 5 principais competências que sua empresa busca ou vai buscar nos jovens profissionais?




CAPACITAÇÃO

Quais são os principais aspectos que um jovem profissional precisa ter para trabalhar na sua empresa?

Capacitação

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Promon Engenharia é a empresa do ano em 2011


Entrevista com o Presidente do Grupo Promon, Luis Fernando Rudge

E se seu Chefe fosse o House?

E se seu chefe fosse o doutor House?

Se você tem um emprego que adora, mas precisa conviver com um chefe como o dr. House, avalie: se o estresse for maior que a aprendizagem, pule fora!

Elisa Tozzi
Crédito: Latinstock
 - Crédito: Latinstock

 Um líder agressivo, excêntrico, mal-humorado, amargo e que não sabe lidar bem com as pessoas corre o risco de não durar muito tempo numa empresa real, pelo menos na maior parte das companhias. Na ficção, é diferente. Há seis anos, o doutor Gregory House, personagem interpretado pelo ator inglês Hugh Laurie, atormenta sua equipe (e sua chefe direta) com ironias e sarcasmos. Frases como "sou fisicamente incapaz de ser educado" e "não culpe a mim pelo meu humor, culpe os meus genes" ecoam pelos corredores do Hospital Universitário Princeton-Plainsboro, onde ele trabalha. Para solucionar casos médicos complexos, House não mede esforços.

O doutor passa horas no hospital e estimula os funcionários a ter ideias criativas. Em contrapartida, não leva o menor jeito para gerir, de maneira saudável, um time que o tem em alta conta apenas por causa de sua genialidade — uma situação até comum nas corporações do mundo real. O superintendente de recursos humanos do Hospital Sírio Libanês, de São Paulo, sintetiza: "Muitas vezes um líder chega ao topo por causa de seus conhecimentos técnicos sem ter competência de gestão de pessoas". Apesar da hostilidade, House não consegue trabalhar sozinho: ele precisa de um time formado por gente qualificada e contestadora — características fundamentais para quem quer trabalhar na equipe dele. House tem personalidade difícil, mas sabe como ninguém fazer com que seu pessoal encontre soluções.

"Ele é ótimo estimulador: ajuda o time a pensar amplamente", diz Silvana Gomes, da consultoria de recursos humanos SG, de Cuiabá, no Mato Grosso. A forma como esse processo se desenrola é outra conversa. Quando um subordinado tem uma ideia genial, não há um reconhecimento sincero, mas sim um "por que não pensou nisso antes?". Na série, e na vida real, frases assim tornam o clima pesado. "A falta de um ambiente agradável prejudica os resultados", diz Paulo Henrique Rocha, consultor de recursos humanos da Corrhect.

Se você precisa conviver com um chefe como House e gosta do emprego em que está, tem um grande problema nas mãos e deve avaliar os prós e os contras da situação. "Se o estresse for maior do que o aprendizado, pule fora", aconselha Rubens Gimael, especialista em desenvolvimento de carreira. House tem uma característica admirada pelas empresas nessa época de imediatismo: entrega bons resultados sempre.

Ele sabe planejar, desenhar fluxos de trabalho, administrar as prioridades e realizar seu principal objetivo: salvar vidas. O problema é que sua equipe sofre com suas imposições. House está acostumado a sempre ter razão — e adora isso. Uma de suas citações preferidas, repetidas várias vezes ao longo da série, é "eu prefiro a resposta mais sutil: 'Você estava certo, House'". A ficção está com cara de realidade? Há remédio.

Quem tem de lidar com um chefe de ego enorme dispõe de algumas opções: conversar com o líder sobre suas atitudes e tentar mudá-lo, aturar ou pedir demissão. "Quando o chefe faz questão de reforçar a superioridade, a equipe se afasta e pode até se desintegrar", explica a consultora Silvana.

Para tentar se aproximar do time, House toma um caminho perigoso: mistura o pessoal com o profissional. Já chegou até a contratar o irmão de um subordinado para ter mais argumentos pessoais numa discussão técnica. Lidar com uma situação dessas dentro das corporações não é nada fácil. Quando você não é um personagem de seriado e se reporta a um House, tenha sangue-frio para mostrar os limites do relacionamento, que é saudável apenas se houver uma relação de confiança.

"Uma equipe só se integra quando cultiva laços profissionais genuínos", diz Maurício Alves da Silva, superintendente de RH do Hospital A.C. Camargo, de São Paulo. Para lidar com um gestor que não respeita isso, o melhor é conversar e deixar claros os limites. O doutor House tem um método heterodoxo de trabalho. Trata um paciente mesmo sem ter certeza do diagnóstico, faz exames arriscados que não seriam necessários e até invade casas para checar as condições de vida de seus doentes. Para ele, todos mentem — invariavelmente. O comportamento obriga a equipe a lidar diariamente com limites éticos. Numa corporação, isso é letal: afeta o desempenho e a unidade do time. Se você é subordinado e não concorda com o método de trabalho de seu chefe, a saída é procurar as instâncias superiores. O diretorgeral da empresa de consultoria Business Partners, Luís Savério, aconselha: "Conversar com a área de RH é a melhor atitude a ser tomada nesses casos".
Diagnóstico de gestão
A pedido da VOCÊ S/A, Silvana Gomes, consultora da SG Recursos Humanos, de Cuiabá, e Maurício Alves da Silva, superintendente de RH do Hospital A.C. Camargo, de São Paulo, traçaram o perfil comportamental do doutor Gregory House, personagem de tevê do ator Hugh Laurie, e listaram quais características ele precisa desenvolver para ser mais do que um profissional brilhante e tornar-se um bom líder.
Nome: Gregory House
Idade: 50 anos
Estado civil: Divorciado, sem filhos
Cargo: Chefe do setor de diagnóstico
Formação acadêmica: Medicina, na Universidade Johns Hopkins, especialista em doenças infecciosas

Características pessoais
Adora desafios, é inteligente e respeitado por sua equipe e chefia, que chegam a considerá-lo genial. No entanto, não tem carisma, é sarcástico, excessivamente racional, autossuficiente, introspectivo e manipulador. Apesar dos pontos negativos, sua inteligência altíssima permite que ele seja brilhante e apresente ótimos resultados — fator valorizado pela empresa.

Pontos a desenvolver
House precisa aprender a se relacionar de maneira saudável e mais produtiva com sua equipe e com seus pacientes. Além disso, deve ajudar no desenvolvimento dos membros de seu time e criar um clima saudável entre seus pares. Para se tornar um bom líder, o médico deve passar por treinamentos e programas de aperfeiçoamento — o coaching pode ser uma boa solução.

Como a empresa deve agir
Uma opção é realocá-lo em um setor mais técnico, que permita que o médico exerça sua especialidade sem precisar gerir pessoas, como um comitê de resultados ou um grupo de pesquisas, por exemplo.

Tempo não se acha: se cria


Floriano Serra
Floriano Serra
Dias atrás a imprensa divulgou que Dilma Rousseff, a presidente do Brasil, não perde um episódio da série Game of Thrones – e quando não pode assistir, grava os capítulos.
Apesar dessa introdução, não é minha intenção discutir aqui os hábitos televisivos da presidente, nem suas preferências na telinha. O motivo desta citação é outra.
Sempre achei que o “workaholic” é uma vítima de condicionamentos e crenças existenciais equivocadas, quando não um fugitivo da intimidade afetiva – mas isto é uma longa história cuja natureza não cabe no escopo deste artigo.
Quero apenas lembrar a todos que o ser humano se constitui de corpo, mente e espírito. Para se ter uma vida produtiva, saudável e feliz, é, portanto, preciso cuidar dessas três partes e mantê-las atuantes de forma motivada, atualizada e completa. A omissão de qualquer delas ou a fixação em uma delas causará consideráveis estragos na qualidade de vida do indivíduo e criará nele grandes limitações que o impedirão de desfrutar plenamente tudo o que a vida lhe proporciona. Em outras palavras, a necessidade do tão falado equilíbrio entre vida pessoal, profissional e espiritual não é balela nem conversa fiada de psicólogo.
Fico espantado com a quantidade de profissionais que encontro em eventos corporativos e que, em conversas informais, afirmam que não sabem contar piadas, não sabem a letra de nenhuma música, não vão a cinema e teatro, não lêem livros e revistas e não assistem a séries de TV. E por quê? Porque, segundo alegam, não têm tempo para isso! Todo o tempo deles é dedicado ao trabalho. A empresa agradece, mas certamente a família e os amigos, não. Muito menos seu próprio tripé de corpo, mente e espírito que vive sob o sobressalto do estresse se aproximando a cada dia, prestes a transformar-se em “burnout”. Muitos desses profissionais estão perdendo os melhores anos da vida dos seus filhos e os melhores momentos da sua relação afetiva. E deixando de lado parentes e amigos queridos. Sem falar de Deus – felizmente, de todos o mais tolerante e paciente.
Pois saiba, caro amigo “workaholic”, que enquanto você está fazendo serão ou esticando seu expediente de trabalho muito além do necessário, a presidente da República do Brasil, aquela que tem muito mais metas, funcionários, clientes e responsabilidades que você, está curtindo tranquilamente, à noite, uma interessante série de aventuras na TV. Provavelmente cercada de familiares e amigos – e é quase certo que sem faltar a pipoca. Tempo não se acha, se cria – desde que haja flexibilidade, interesse e motivação para isso. E sem a necessidade de complicados e confusos gráficos de controles e planejamento – basta o bom senso.
Portanto, prezado “workaholic”, tudo o que posso recomendar é: ou procure ajuda profissional de um psicoterapeuta ou de um “coach”, ou siga em frente. Para isso existe o livre arbítrio.

Sobre o autor:
Floriano Serra é psicólogo, consultor, palestrante e facilitador de seminários comportamentais. É diretor-executivo da SOMMA4 Gestão de Pessoas, autor de vários livros e inúmeros artigos sobre o comportamento humano. Ex-diretor de RH de empresas nacionais e multinacionais.

Brainstorm

Faça da inovação um trabalho de todos, crie sessões de brainstorm para todos os funcionários.

Feliz a empresa que ouve os seus funcionários. Feliz a empresa que tem algum tipo de sistema que permite aos seus funcionários reportar as idéias que surgem ao longo do dia.
Estamos na era do conhecimento e da informação. As idéias fluem em tempo real. As pessoas tem que ser capazes de “fidibecar” a empresa enquanto trabalham nas tarefas que precisam de melhorias. A inovação deve ser parte do trabalho de absolutamente todo mundo.
Além do que, os processos de praticamente qualquer pequena e média empresa simplesmente não existem. Tudo está aberto a questionamentos, ou deveria.
Para coletar as idéias, eu recomendo a criação de um perfil fechado no Twitter para uso exclusivo do funcionários, ou um simples formulário na intranet da empresa que permita a galera reportar as idéias que pipocam na cabeça de todos na hora que elas surgem.
Uma vez coletadas essas idéias nós precisamos craniar a melhor maneira de resolver a problemática.
Qual é o melhor método para craniar uma maneira criativa de resolver um problema?
Brainstorm!
Ou como se fala “nas” Miná Gerais, Toró de Idéias.
O Brainstorm seria o momento, a reunião, o encontro, onde a galera que sofre com o problema teria a chance de expressar as suas idéias malucas de como resolver a questão.
Durante um brainstorm vale de tudo, dedo no olho, mordida na orelha, levar para o lado pessoal, levar para o lado espiritual, levar para o lado negro da força, tirar a roupa, chamar o chefe de imbecil, whatever, o importante é deixar fluir as idéias sejam elas quais forem.
Uma idéia maluca pode ser a fonte de inspiração para uma idéia viável e pé no chão. Uma idéia pé no chão não inspira nem o mais zé dos zés a sair do zero. Portanto, deixe a tempestade correr solta!
Algumas sugestões para começar a bagunça:

1. Defina o desafio. Baseado na problemática que queremos resolver, defina a pergunta que temos que responder juntos, exemplos:- Como criar produtos que as pessoas amam?Como podemos fazer o nosso produto ser 10x melhor?- Como nós podemos receber dos clientes mais rápido?- Como nós podemos ser conhecidos por um novo mercado?

2. Procure olhar os velhos problemas com novos olhos, liberte a sua mente, alguns exemplos para iniciar os seus questionamentos:
- Como usar de uma nova maneira os nossos produtos?
- Por que combinar de uma nova maneira os nossos produtos?
- Por que deixar como está os nossos produtos?
- Quem deveria usar de uma nova maneira os nossos produtos?
- Como inverter o que estamos fazendo?
- O que precisamos adicionar ao nosso serviço?
- O que precisamos tirar do nosso produto?
- O que precisa ser rearranjado imediatamente?
- O que podemos substuir?
- Por que substituir?
- O que podemos acelerar, concentrar, cobrir, controlar, capacitar, estruturar?
- Com qual frequência, investimento e localização?
- Qual a largura, preço, dimensões ideais?
- Qual é a ordem, o planejamento, a posição corretas e incorretas?
- Quando, Porque, Como, Onde, Com Quem, Por Quanto?

3. Priorize as idéias. Após uma sessão de Brainstorm você provavelmente coletou diferentes idéias para diferentes gostos. Agora é hora de categorizar a coisa toda e priorizar o que vamos fazer primeiro.
Confira, por exemplo, a quantidade de diferentes idéias que podemos aplicar na solução do problema de “redução do consumo de água”.
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Deixe as idéias fluirem, Brainstorm na cabeça!
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As 10 + Importantes Competências Não-Técnicas P/ Gerentes

Saiu em (05/09/2011) no Valor:

Executivos brasileiros se consideram prontos para assumir cargos de chefia.

Como gerente, nunca é o suficiente estar apto tecnicamente. É necessário dominar competências não-técnicas também. Elas se refletem nos traços de personalidade, nas atitudes, nos hábitos e nos comportamentos que você apresenta trabalhando com os demais. Enquanto boas competências não-técnicas são igualmente importantes para os funcionários, elas são fundamentais para os gerentes (e para aqueles que desejam ser gerentes). Aqui seguem as 10 mais importantes competências não-técnicas que precisam fazer parte do seu portfolio de habilidades.

As 10 + Competências Não-Técnicas P/ Gerentes

  • Confiabilidade
    Pode-se confiar que você estará onde tem que estar? Que fará o que precisa ser feito? Que cumprirá o que diz que vai fazer? Seu chefe tem que poder confiar em você, caso contrário você não irá longe.  E é igualmente importante que seus pares e seus subordinados também acreditem que podem confiar. Sem isso, não irão dar o apoio que você necessita para ter o êxito almejado.
  • Franqueza
    Diga as coisas como elas realmente são. Não floreie. Não diga o que acha que o chefe gostaria de ouvir. Particularmente respeito aquelas pessoas, tanto acima quanto abaixo de mim, que são diretas. Afinal, com elas não preciso perder tempo tentando descobrir o que realmente querem dizer.
  • Ética Profissional
    Você foi contratado para realizar um trabalho. É isso o que faz ou fica sentado vendo os demais trabalharem? Você é o cara que dá mais duro no grupo? Se não é, deixo claro: devia ser.
  • Habilidades de Comunicação
    O quão bem você se comunica com o seu chefe, seus pares e seus subordinados? Você se comunica tão bem escrevendo quanto verbalmente? Se tem alguma oportunidade nesta área, precisa trabalhar para aprimorá-la ou para eliminá-la.
  • Interatividade Colaborativa
    Um bocado já se escreveu sobre a necessidade de demonstrar sua habilidade de trabalhar bem com os demais integrantes do seu time. É uma habilidade que está se tornando cada vez mais importante na medida em que nos apoiamos intensamente em times inter-departamentais. Mas também é importante que um gerente construa amplas redes colaborativas. Não faça apenas parte do seu time, mas compreenda como ele se encaixa na organização como um todo e trabalhe para fortalecer essas conexões.
  • Habilidades na Gestão de Tempo
    O único recurso que o gerente nunca vai ter o suficiente é tempo. Para ter êxito nesta função, é de vital importância desenvolver e continuamente aprimorar as suas habilidades na gestão do tempo. Adicionalmente à habilidade de priorizar e delegar, as quais reduzem a quantidade de coisas que tem que fazer, você tem que ser capaz de otimizar o que tem que ser realizado dentro do tempo estipulado.
  • Definição de Metas
    Bons gerentes são capazes de determinar o que necessita ser feito e a definir metas claras para chegar lá. Não fique ao longo do dia apenas  lidando com aquilo que cai na sua mesa. Priorize. Descubra o que necessita ser feito e estabeleça metas específicas para você e para a sua equipe.
  • Agilidade Mental
    Quando recruto, procuro sempre por candidatos que estão um passo à minha frente na entrevista, pois estas pessoas agirão assim quando contratadas. Elas “pescam” as coisas rapidamente. Entendem o negócio como um todo e a indústria em particular. Têm raciocínio crítico e são solucionadores de problemas.
  • Flexibilidade
    Encaramos mudanças diariamente. Leis e normas mudam. Concorrentes lançam novos produtos e serviços. Desastres acontecem… Mas bons gerentes têm a flexibilidade necessária para lidar com mudanças constantes. Eles já esperam possíveis mudanças e planejam levando-as em conta. Como resultado, estão melhor preparados para o imprevisível. Sua flexibilidade permite com que reajam mais rapidamente e minimizem as rupturas que as mudanças podem trazer.
  • Assimilam Bem Direcionamento
    Mesmo que valorizados pela sua capacidade de descobrir o precisa ser feito e “correr atrás”, ainda existem momentos em que é necessário dizer ao gerentes o que tem que fazer. Seja uma mudança na direção estratégica ou um coaching em relação ao seu desempenho, um bom gerente tem que ser capaz de não apenas a aceitar direcionamentos mas de fazê-lo com uma atitude positiva e de aprender com eles.

10 Erros comuns no trabalho


Apesar de algumas opiniões controversas e até mesmo radicais sobre o mundo corporativo (do jeito que ela fala, parece que não dá para confiar em ninguém!), é interessante ouvir o que a consultora de carreira e palestrante americana Cynthia Shapiro tem a dizer sobre comportamento profissional. Cynthia é autora de Corporate Confidential, 50 secrets your company doesn’t want you to know - and what to do about them (algo como Arquivo Confidencial Corporativo: 50 segredos que sua empresa não quer que você saiba e o que fazer sobre isso, em português). Abaixo, Cynthia e outros experts americanos em carreira enumeram dez erros de que a gente costuma cometer no trabalho e nem se dá conta. Se não der para seguir todas ao pé da letra (afinal, nos EUA, as coisas são bem diferentes daqui), serve, no mínimo para pensar no assunto e usar alguns parâmetros para acertar o rumo da carreira:
Erro nº 1 - Usar o e-mail do trabalho para fins pessoais
Certamente você conhece ou já ouviu falar de alguém que perdeu o emprego por causa de um e-mail que acabou indo parar na máquina errada. Para evitar confusão, considere tudo o que você escreve no e-mail do trabalho como informação pública e, nunca, em hipótese alguma, escreva o que não puder ser divulgado na empresa. Em tempo: o mesmo vale para informações publicadas nas redes sociais. 
Erro nº 2-  Achar que o RH trabalha só para você
De acordo com Cynthia, falar com o RH é o mesmo que falar com o seu chefe ou com o CEO. Então, não diga nada que o coloque sob uma perspectiva negativa. Você pode ir até lá perguntar sobre questões relacionadas aos benefícios que a empresa oferece, mas Cynthia recomenda escolher muito bem as palavras ao tratar de assuntos pessoais ou mesmo de questões profissionais.
Erro nº 3 - Acreditar que a empresa respeita mesmo essa história de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal
Muitas companhias se orgulham de encorajar os funcionários a equilibrar trabalho e vida pessoal. Para Cynthia, em alguns casos, essa atitude é muito mais propaganda que valor. Por isso, é importante observar se, mesmo permitindo que você se vista como quiser ou saia mais cedo ir à academia, por exemplo, a empresa não está, ao mesmo tempo, avaliando você por isso.
Erro nº 4 - Pedir um aumento na hora errada
Na verdade, o maior problema é esperar a revolta e a irritação subirem a níveis insuportáveis para ter essa conversa com o chefe. “Aí, seu tom pode soar ameaçador o que, certamente, não vai comovê-lo”, diz Malcolm Cullen, coach que já atendeu executivos de empresas da lista das 500 da revista americana Fortune, que traz um ranking anual com as maiores companhias americanas. Carolyn Elman, CEO da American Business Women’s Association, diz que não é recomendável pedir aumento quando a companhia não teve um ano de bons resultados financeiros. E Cynthia recomenda nunca usar como argumentos motivos pessoais como a compra da casa própria, do carro ou a chegada do primeiro filho, por exemplo. Segundo ela, o que você precisa é mostrar o quanto seu trabalho está agregando para a empresa, relatando fatos como quantos clientes você trouxe no último ano ou quanto dinheiro conseguiu economizar com suas ideias. Também vale fazer uma pesquisa de mercado para descobrir a faixa salarial de profissionais que têm as mesmas atribuições que você. O segredo é advogar em causa própria (literalmente). Cynthia diz que, fazendo desse jeito, dificilmente você vai sair de mãos abanando. Mesmo que a empresa esteja sem dinheiro.
Erro nº 5 - Ficar muito íntimo dos seus colegas de trabalho
Aqui o problema é o tal colega se tornar seu chefe no futuro. Já pensou o que pode significar se ele souber de algo muito pessoal a seu respeito? Suas histórias, mesmo as mais antigas, podem, um dia se voltar contra você. “Portanto, se quiser ficar seguro, o melhor a fazer é procurar amigos fora do ambiente de trabalho”, diz Carolyn, da American Business Women’s Association.
Erro nº 6 - Tratar o chefe como chefe
Isolar o chefe aniquila a carreira de qualquer um. Cynthia acredita que grande parte das pessoas tende a olhar o relacionamento chefe/subordinado da maneira errada. “O melhor é encarar você mesmo como um empreendedor e seu chefe como seu melhor cliente. Dessa maneira, você vai ter sempre uma performance exemplar e exibir um ar de profissionalismo e liderança que fará seu chefe passar a vê-lo como parceiro”, diz ela. Lembre-se que você está lá para apoiar seu chefe e que é isso que o levará a uma promoção.
Erro nº 7 - Ignorar as entrelinhas
Há certas regras nas empresas que não constam no manual dos funcionários, mas que são tão palpáveis quanto as escritas. Coisas como quanto tempo dura o cafezinho ou o lugar certo de parar o carro (quando não há vagas marcadas). Observe  para descobrir quais são elas, informe-se com quem parece confiável e trabalha na empresa há mais tempo. “Mas é importante não fazer isso logo de cara, quando você acabou de chegar. Para não chamar muito a atenção para si”, diz Carolyn.
Erro nº 8 - Gastar o dinheiro da empresa
“Você deve tratar o dinheiro da empresa como se fosse seu”, aconselha Cynthia. Se a companhia está fazendo um corte no orçamento pode estar certo que a primeira coisa que eles vão olhar é o seu relatório de despesas. Quem gasta mais que a média em viagens, almoços e jantares de negócios pode estar colocando a cabeça a prêmio.
Erro nº 9 - Falar o que vier na cabeça
Se você tem muitas críticas à empresa em que trabalha, vá para casa e pense muito antes de abrir a boca. Que não seja você a liderar a “revolução”. Melhor que haja outros com a mesma opinião. “Há muitas maneiras de expressar sua opinião diplomaticamente. Um jeito é apoiar abertamente as coisas em que você acredita e ficar calado sobre aquelas que não o convencem. As empresas costumam prestar atenção quando um profissional que, normalmente é entusiasmado e tem brilho nos olhos, fica em silêncio”, ensina Cynthia.
Erro nº 10 - Ficar deitado na fama
Mesmo que as coisas estejam indo muito bem para você é importante pensar em seus próximos movimentos. Nada de parar de aprender e dispensar cursos, treinamentos, conferências, seminários e tudo o que possa fazê-lo se aperfeiçoar, achando que você já tem experiência suficiente. Isso é que mantém sua empregabilidade.