Pessoal,
Nesse vídeo da ManagemenTV vemos como a Fiat deu uma virada no desempenho organizacional.
domingo, 31 de julho de 2011
Como fazer o currículo no Linkedin
Pessoal,
Segue um vídeo que aborda o tema de como fazer um currículo no Linkedin. Espero que gostem...
Grande abraço a todos...
Segue um vídeo que aborda o tema de como fazer um currículo no Linkedin. Espero que gostem...
Grande abraço a todos...
Do Papel para Prática
Do papel para a prática
Pesquisas de mercado, definição de missão, valores, objetivos, análise SWOT. Todas as etapas para elaboração do planejamento estratégico da empresa foram seguidas à risca, mas agora, um ano depois, se percebe que as mudanças ali previstas continuam somente no papel. Mas, o que deu errado? Grandes e até mesmo médias empresas já conseguem enxergar a importância do planejamento estratégico como forma de organizar processos, controlar metas e facilitar tomadas de decisão.
Porém, o fato é que, ainda assim, há uma grande dificuldade em se colocar em prática o que de fato foi planejado. A revista Fortune, após uma pesquisa com consultores, publicou que menos de 10% das estratégias são executadas com sucesso nas empresas.
Para o diretor da consultoria FBDE Nexion, Denis Mello, essa dificuldade acontece porque grande parte das empresas não se prepara culturalmente para a execução do PE. “Elas se esquecem da principal fase, a que precede a implantação. É nesse momento que a empresa deve conceituar o planejamento desde a diretoria até as bases, para que todos saibam qual é o papel de cada um nesse processo.”
Promover ações como reuniões e workshops ajuda a integrar as equipes em prol de objetivos comuns do planejamento estratégico. E nessa hora, ter uma comunicação interna competente, que ajude na disseminação das informações, ajuda muito. “Porém, quando ações como estas não ocorrem, cada área passa a tratar o PE como uma lista de tarefas, pois não conseguem compreender sua verdadeira dimensão”, afirma o consultor.
Ainda segundo Mello, outro obstáculo encontrado pelas empresas vem da própria elaboração errada do planejamento estratégico. Comumente, o PE é elaborado como um simples plano de metas, sem levar em conta aspectos mais densos da organização. “Um bom planejamento deve ser um documento objetivo e profundo, que transporte o pensamento da empresa e de seus acionistas. Além disso, ele deve estar permanentemente em cima da mesa de cada um, e ser utilizado como principal ferramenta de trabalho”, conclui.
Segundo aponta o livro de Henry Mintzberg, Ascensão e Queda do Planejamento Estratégico (2008), durante a fase de elaboração do PE, “se os formuladores ficarem mais perto de sua implementação (o que é típico dos empresários), ou se os implementadores tiverem mais influência sobre a formulação, talvez possa haver sucessos maiores na formulação de estratégia.”
Além disso, outro ponto fundamental na hora de tirar o planejamento estratégico do papel é a disciplina com que cada integrante da equipe irá encará-lo. Não adianta ter o documento pronto, se ele não for realmente absorvido no dia a dia da empresa.
Porém, isso não significa que as estratégias devam ser “engessadas”, inflexíveis à mudanças. Como já vimos aqui no portal HSM, em um artigo de Alexandre Freire (http://www.hsm.com.br/editorias/o-que-e-mais-importante-planejar-ou-exec...), “ater-se ao planejado não significa fechar os olhos às mudanças que acontecem no macro-ambiente. Ajustar o plano às alterações políticas, econômicas, tecnológicas e sociais é um pré-requisito para o sucesso da execução.”
Porém, não são fáceis as tarefas de fortalecer a integração entre as equipes, disseminar informações e promover disciplina quando a empresa não possui líderes com conhecimento suficiente para tanto.
Como mostra o livro de Larry Bossidy e Ram Charam, “Execução” (2006), o nível de conhecimento de um líder para saber repassar a visão estratégica da empresa aos seus liderados e colocar o planejamento em prática é essencial e pode até mesmo se tornar um diferencial competitivo da empresa. "Qualquer líder de negócios, em qualquer empresa ou qualquer nível, precisa dominar a disciplina da execução. Se você colocá-la em prática em sua empresa, saberá que está produzindo melhores resultados."
A preocupação em se colocar a gestão de pessoas até mesmo na frente da gestão financeira é algo que vem tomando forma aos poucos nas empresas nacionais, segundo o professor do PROCED (Programa de
Capacitação de Empresas em Desenvolvimento da FIA), Antonio Paulo Lage Terassovich. “O maior erro que uma empresa pode cometer, por exemplo, é dar aumento para um funcionário que está insatisfeito no trabalho. É como dar água do mar para quem está com sede. Na verdade, é preciso aprender a lidar com o lado humano daquele trabalhador”, afirma.
O professor ainda lista quais são os três itens fundamentais, segundo ele, para que a execução de um planejamento estratégico aconteça com sucesso:
Pessoas: “um dos passos é entender a cultura da empresa e estabelecer a equipe necessária para a implementação. Por exemplo, uma empresa de marketing, mais dinâmica, requer profissionais com perfil diferente daqueles profissionais que trabalham em uma indústria de cimento, com processos de trabalho mais calmos.”
Processo: “para sair do estágio em que está para o estágio futuro, toda estratégia deve ter metas e estas metas necessitam de prazos e de um responsável pela sua execução.”
Tecnologia: “é preciso investir em recursos tecnológicos que atendam a demanda de diferentes áreas da empresa, como tecnologias de gestão financeira, de pessoas e de marketing. Assim, todas as equipes poderão andar no ritmo exigido pelo planejamento.”
HSM Management
Empresas que figuram no Guia Você S/A Exame como as melhores para se trabalhar compartilham suas boas práticas de gestão
Visita às melhores
Empresas que figuram no Guia Você S/A Exame como as melhores para se trabalhar compartilham suas boas práticas de gestão
*por Caroline Santana
A Promon, empresa de engenharia e tecnologia, foi a primeira a abrir suas portas para uma série de visitas de benchmarking às melhores empresas para se trabalhar, promovida pela Editora Abril. Luiz Fernando Rudge, diretor presidente da Promon, recebeu profissionais de Recursos Humanos de todo o país na manhã desta segunda-feira, 11 de abril, na sede do grupo em São Paulo, e deu início a sua apresentação ressaltando, com orgulho, o fato de a companhia ter sido citada em todas as edições do Guia e ter sido eleita a empresa da década em 2006.
Rudge citou um dos grandes diferenciais da Promon, que é dar ao seu colaborador a oportunidade se tornar um acionista da empresa. A participação, aberta e voluntária, acaba se tornando um instrumento de retenção de talentos, pois contribui para intensificar o sentimento de "pertencer" ao grupo.
O diretor presidente da Promon ofereceu em sua fala um panorama histórico da empresa e seu mapa estratégico, fundamentado em documentos que expressam seus valores, princípios e missão, tais como a Carta de Campos do Jordão e o "Corpo e Alma". Em suma a empresa se autodenomina uma comunidade de profissionais que busca excelência em todas as suas atividades e relacionamentos, e que valoriza a renúncia do individual em prol do coletivo.
Márcia Fernandes Kopelman, diretora de Recursos Humanos da Promon, reafirmou que modelo acionário permeia as práticas de RH da empresa. De forma prática isso significa oferecer a possibilidade de compartilhar lucros, resultados e desafios, bem como participar do planejamento, das escolhas e da tomada de decisões estratégicas. "A Promon é a expressão do valor de seus profissionais. Toda riqueza gerada é distribuída entre todos. O lucro não é o fim de nossas ações", completou.
Ainda segundo Kopelman, a comunicação é a maior parceira do RH nesse processo, disseminando informações, promovendo o diálogo e a troca de experiências. Esse espírito de colaboração é também um dos principais pilares da companhia, que considera o conhecimento como seu mais valioso bem.
No período da tarde os participantes se dirigiram ao Google, dando continuidade à série de visitas.
Recrutamento: a chave do sucesso
O rigoroso processo de seleção é uma marca do Google, empresa multinacional de busca pela internet. O assunto gera polêmica, mas, por outro lado, fazer parte de uma equipe que tem como foco reunir os melhores talentos aumenta a satisfação dos jovens googlers (como são chamados internamente os funcionários).
A companhia, que tem o objetivo de organizar toda informação do mundo e torná-la universalmente útil, compartilha a responsabilidade do recrutamento com todos os funcionários. "Cabe ao RH especializar a capacitar seus profissionais para tal finalidade. Crescer e gerenciar talentos são os nossos maiores desafios", explicou Mônica Santos, diretora de RH do Google América Latina.
A chance de fazer parte desse grupo distinto de funcionários pode surgir a longo prazo. Com um processo de seleção rigoroso e extenso, restou ao RH o desafio de desenvolver uma prática de relacionamento com o candidato. Em casos extremos, o processo pode até ser acelerado, porém, como a diretora de RH ressaltou, a possibilidade de atuar numa empresa que oferece autonomia, inovação, flexibilidade, dentre outros, torna o Google uma empresa que dificilmente irá perder um bom profissional.
O pacote de benefícios oferecidos pela empresa, somados ao ambiente de trabalho descontraído e a possibilidade de dedicar 20% de seu tempo útil para o desenvolvimento de novos projetos não afastam do funcionário a responsabilidade de cumprir as exigências e as metas agressivas do grupo, destacou Mônica Santos.
domingo, 24 de julho de 2011
Execução Já!
Vicente Falconi: Execução já!
O professor Falconi abriu o bate-papo afirmando que está convencido de que já existe nas empresas uma quantidade de conhecimento muito grande. “O que falta nas empresas é execução, mas principalmente, fazer o que precisa ser feito. Nós precisamos começar a executar”. Para ele, as coisas simples podem ser executadas. “A cultura da não execução é uma coisa dramática, ainda mais quando existe a cultura da procrastinação. O fato fundamental é o seguinte: se eu não executar, nada acontece”.
Método
Falconi explicou que o filósofo francês René Descartes escreveu o livro O Discurso do Método, por volta de 1600. Para ele, método é a busca da verdade para se atingir os resultados. “É você tomar decisões baseadas na verdade, entender e continuar”. Para ele, há as verdades mostradas na análise dos dados e fatos. E as empresas, na grande maioria, não trabalham com elas. As pessoas vivem tomando decisões, que custam milhões, baseadas em opiniões. Ele afirma que todo gestor deveria ler Descartes.
“Afinal, o que é gestão?”, questiona. “Gestão é promover resultados, é resolver problemas, promover mudanças, buscar métodos. Você não consegue mudar uma meta, sem fazer gestão”. O professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais ensina que método é a soma das palavras de origem grega meta e hodos.
Para ele, meta é o resultado a ser atingido e hodos, o caminho para atingi- lo. “Você gerencia para conseguir resultados e, sabendo o caminho, será uma gestão muito melhor. Muitos definem estratégia dessa maneira, mas isso acontece porque estratégia se baseia em método”. O método é único: constitui a busca e o conhecimento da verdade. É tomar decisões baseadas na verdade, executar e continuar.
Se gerenciar é perseguir resultados, não existe gerenciamento sem método. O método é então a essência do gerenciamento. “Gestão é método”, afirmou, explicando que essa busca pela verdade, contida nas informações organizacionais de hoje, é que fornece a orientação necessária para a boa tomada de decisão. “Tomada de decisões com base em opiniões torna-se muito cara e, algumas vezes, desastrosa”.
Para que existe uma empresa?
Falconi ressalta que todos precisam sobreviver, e as empresas são constituídas para satisfazer as necessidades das pessoas. O método provê uma maneira organizada e racional para essa participação. Passa então a ser do interesse de toda a organização elevar continuamente o nível de conhecimento de todas as pessoas de tal forma que possam atingir resultados cada vez melhores.
Para ele, o primeiro conceito de gestão trabalhado é o foco. Se você perguntar a qualquer diretor de empresa sobre foco, ele vai responder: foco financeiro, ou foco no cliente, ou foco no funcionário, ou foco na sociedade. São as áreas que esses executivos mais apóiam.
Mas o foco tem que ser de toda a empresa, não tem efeito se for apenas do executivo sênior. “Quando temos foco, todo mundo precisa ter conhecimento dele”. Isso quer dizer que as pessoas que executam o trabalho em toda a empresa precisam ter a noção desse foco para poder praticá-lo e para que, assim, haja execução.
O que foi no passado chamado de qualidade total. “Qualidade é satisfação e total é para todos. Uma empresa que sonhe qualidade total é uma empresa que se paute em levar qualidade total para todos. “Nem sempre é fácil. O que eu defendo é realmente o foco financeiro. O controle financeiro precisa ser forte”.
Falconi explica que a essência do trabalho numa organização é atingir resultados e, portanto, o domínio do método, por todas as pessoas, é fundamental. Isso é válido para todas as pessoas de uma empresa, desde seus diretores até os operadores, que devem ser envolvidos no método de solução de problemas para atingir os resultados necessários. “Qualquer que seja o nível educacional do funcionário de uma organização, o método que usa é o mesmo. Isso viabiliza criar uma linguagem gerencial comum e conduz a uma participação natural de todas as pessoas no gerenciamento da empresa”.
Durante o bate-bato, Falconi afirmou que existem três fatores que são fundamentais para que se obtenham resultados extraordinários: liderança, conhecimento técnico e método.
Portal HSM
Conselhos do Consultor Gustavo Cerbasi para quem pensa em mudar de carreira aos 40...
O lado financeiro da virada
O consultor de finanças pessoais Gustavo Cerbasi mudou o rumo de sua carreira três vezes. Neste artigo, ele conta como se preparar financeiramente para uma guinada
A maioria dos profissionais que conheço está continuamente em busca de mudanças. Eles fazem cursos, leem conteúdos inovadores e assistem a palestras de gurus. O objetivo é alcançar um degrau mais alto na carreira e na vida. Se você quer mudar de trabalho ou de atividade, sua estratégia financeira deve estar de acordo com seu estágio de vida.Prepare-se para ralar
Um jovem de 20 anos, por exemplo, tem de lidar com obstáculos como falta de reservas financeiras, de experiência e de certezas em relação a suas escolhas. Porém, a juventude traz qualidades como a liberdade de não ter filhos para manter na escola, flexibilidade para mudar de vida sem atrapalhar a carreira do cônjuge e uma maior tolerância em relação à sua natural inexperiência.
Perguntar não é demonstrar ignorância, mas, sim, vontade de aprender. Por isso, não espere trabalho fácil. Estude o que for possível sobre sua função e sobre a dos outros. Se você quer partir para o desconhecido, prepare-se para trabalhar muito, fazer o que não gosta e ganhar menos do que merece. Mas faça da melhor forma possível o que for sua incumbência, para adquirir reconhecimento. Com ele, vêm as propostas de novas oportunidades e as possibilidades de escolha. Com as escolhas, vem o prazer e o aumento da remuneração.
Patrimônio em risco
QUem bUsca mUdanças na faixa dos 30 anos, por outro lado, precisa se preocupar em preservar o patrimônio que conquistou. Se a mudança traz renda incerta, é preciso ter patrimônio certo para se manter pelo tempo necessário à desistência e à retomada da carreira anterior.
Uma sólida reserva financeira será seu plano B, para se manter enquanto acerta a carreira, caso seja obrigado a voltar atrás ou a fazer nova mudança. Se você for casado e a mudança impactar a vida dos dois, é preciso avaliar a reserva do ponto de vista da necessidade de manter o casal, mesmo que um dos dois não consiga mais retomar a carreira anterior — situação comum em expatriações.
Portas abertas
Aos 40 anos, somos mais remUnerados pelo QUe sabemos do QUe pelo QUe fazemos. Uma mudança na carreira significa abandonar uma história que fez seu currículo adquirir um grande valor, talvez uma grande marca. Por isso, tenha certeza de que você irá manter seu padrão de vida e sua segurança previdênciária com as reservas financeiras que tem, ou então assegurar condições contratuais que garantam a criação de uma reserva dessa natureza.
Aos 40, é provável que o casal tenha filhos e, com eles, que exista a necessidade de arcar com gastos fixos elevados. Deixar um emprego para empreender um negócio, por exemplo, envolve risco elevado e deve ser cogitado somente se contar com recursos suficientes para dois anos de atividades do negócio, além dos recursos para sustentar a família nesse período. É muito dinheiro e exige um plano de negócios detalhado para garantir crédito. Por outro lado, quem deixa para trás uma carreira a essa altura deve também tomar o cuidado de, com um bom networking, deixar portas abertas para uma possível retomada.
" Hoje, vivo de investimentos e da atividade que 100% das pessoas que consultei disseram que não me sustentaria"
Meus três ciclos
Minha vida e minha carreira se transformaram tanto nos últimos anos que tudo o que quero agora é um pouco de rotina. Quero compartilhar as mudanças por que passei, três grandes delas em minha carreira. A primeira foi em 1998, recém-formado em administração pública, aos 24 anos. Eu procurava a estabilidade de um bom emprego, queria aprender muito, ganhar bem. Decidi prestar um concurso para a Receita Federal — estabilidade certa e com grandes chances de eu passar, pois cobrava exatamente o que eu havia aprendido na faculdade.
Mas um pedido de um amigo e a falta de grana me levaram a fazer um bico como consultor, o que prejudicou meus estudos para o concurso e transformou meus planos. Não passei e me vi na necessidade de mudar da estabilidade da carreira de servidor para a incerta vida de profissional liberal.
A mudança, apesar de não planejada, deu certo porque eu tinha horários flexíveis, trabalhava remunerado por hora e, no princípio, com carga horária leve. Dedicava-me mais do que consultores mais experientes, o que me fez subir na carreira e ganhar bem. Estava satisfeito com os ganhos, mas não com a sobrecarga de trabalho. Foi quando surgiu o convite para me tornar sócio de uma importadora no Canadá, a segunda grande mudança em minha vida — de profissional liberal a empresário. Para mim era a oportunidade de interromper um ciclo altamente desgastante quando ainda estava no auge.
Tinha reservas financeiras para me manter por mais de quatro anos e um bom projeto nas mãos. Em seis meses, percebi que o empreendimento evoluiria em um ritmo muito menor do que eu planejava. Ao mesmo tempo, recebia convites do Brasil para dar palestras sobre meu primeiro livro. Fiz alguns contatos com editores, universidades, clientes que atendia à distância e amigos, e vi que era possível retornar com diversas cartas na manga.
Era a terceira grande mudança em minha vida profissional. Não tinha uma proposta de carreira de nenhuma empresa ou instituição, mas havia a possibilidade de iniciar cerca de uma dezena de atividades com algum potencial de crescimento. Como tinha reservas financeiras, pude assumir a condição de recomeçar.
Com o tempo, foquei no que gostava mais. Hoje, vivo de meus investimentos e da atividade que 100% das pessoas que consultei disseram que não me sustentaria: escrever livros.
Mudar de carreira aos 45? É possível... e o mercado está mais receptivo!
Nesse artigo extraído da Você-S/A, podemos verificar que é possível sim mudarmos de carreira depois dos 40.
Ao sair do Walmart em janeiro de 2008, Pablo Aversa, de 44 anos, que até então ocupava a cadeira de vice-presidente, tinha dúvidas se queria continuar no mundo corporativo. "Depois de oito anos num ambiente de extrema pressão, percebi que estava na hora de fazer uma reflexão antes de decidir."
Pablo vinha se sentindo insatisfeito, sem saber ao certo o porquê. "Tem horas em que você se olha no espelho e não gosta da pessoa na qual você está se transformando." Pegou a mulher, fez as malas e partiu para a Ásia, numa viagem de seis meses. "A experiência foi um ponto de ruptura em relação às coisas que eu considerava absolutas e imutáveis."
De volta ao Brasil, Pablo se submeteu a sessões de coaching. Nelas, redescobriu o interesse pela psicologia e se interessou pelo trabalho de coach. Fez as certificações necessárias e lá foi Pablo ser dono do próprio nariz. Hoje se considera feliz com a escolha, principalmente por ter uma agenda flexível. "Autonomia e liberdade não têm preço."
Jogar tudo para o alto e recomeçar em outra área pode significar um grande risco para quem já soprou as 40 velinhas. A essa altura da vida, as responsabilidades são maiores. Os filhos ainda estão na escola ou na faculdade e as despesas consomem uma boa fatia do salário.
No entanto, é exatamente com a chegada da chamada crise dos 40 que vem o desejo de promover grandes rupturas e dar uma virada na carreira. Uma pesquisa recente da DBM, empresa de recolocação de executivos de São Paulo, aponta que profissionais entre 40 e 50 anos são os que mais desejam mudar. O fenômeno, mostra o estudo, ganhou força nos últimos dois anos com o bom momento econômico do Brasil.
As oportunidades de trabalho aumentaram e o mercado está mais receptivo aos quarentões. "Quem está estagnado ou infeliz naquilo que faz começa a enxergar um horizonte de opções pela frente diante do cenário aquecido", diz Claudio Garcia, presidente da DBM. Porém, antes de trocar de área, é fundamental fazer a lição de casa, que consiste em planejar bem a mudança.
Quando? "Quanto mais cedo, melhor", diz o consultor Julio Sérgio Cardozo, de São Paulo. Pelo menos um ano antes de fazer o movimento. "Quando a pessoa descobre que está na hora de mudar, precisa saber analisar a próxima escolha muito bem", diz. Conversar com um coach ou mentor ajuda a refletir na busca de algo que realmente goste e esteja alinhado ao seu propósito de vida. O grande erro é pensar única e exclusivamente no retorno financeiro.
Também é prudente evitar mudanças radicais e não investir em uma atividade absolutamente diferente de tudo que você já tenha feito. "Nesse caso, o profissional terá de dar vários passos para trás, ganhar menos, esperar um certo tempo até conseguir ser reconhecido no novo mercado", diz Julio. Sem mencionar a competição daqueles que já ocupam um lugar a que você aspira.
Embora o cenário atual contribua para encorajar os quarentões a experimentar outra área ou carreira, ainda é significativo o número de pessoas que só mergulham de cabeça num novo projeto de trabalho quando são demitidas. Deixar para arriscar no momento de uma demissão é o mesmo que deixar para definir a final do campeonato aos 45 minutos do segundo tempo.
É importante enxergar os sinais de que os ciclos de carreira têm prazo de validade. "Mudanças serão uma constante", diz Anderson Sant'Anna, professor da Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais. Para ele, as pessoas não terão mais uma carreira apenas, mas várias ao mesmo tempo, inclusive na mesma empresa.
Estar preparado para essa realidade de constantes transformações ajudará aqueles que pensam em se aventurar por diferentes caminhos. "Como não dá para alçar voos às cegas, vale a pena ir traçando um plano B", diz o professor. Uma pesquisa realizada pela Dom Cabral aponta que muitos executivos entre 40 e 45 anos decidiram fazer mestrado em gestão visando a uma transição para a área acadêmica. Uma mudança que, quando bem realizada, traz benefícios para o profissional e para a academia, que ganha um funcionário experiente e com visão de mercado.
Grande parte dos profissionais acima dos 40 sonha em abrir o próprio negócio — uma transição radical de funcionário para patrão. De acordo com a coach Vicky Bloch, entrar numa seara desconhecida sem fazer uma pesquisa prévia e mais profunda sobre o mercado é um tiro no escuro.
As oportunidades existem e estão aí, mas, para evitar dor de cabeça, recomenda-se avaliar também as competências individuais e como você lidou com situações adversas. Assim é possível decidir se tem aptidão para ser seu próprio patrão. Fazer um bom pé-de-meia para segurar as pontas durante a fase de transição é um aspecto que deve ser levado em consideração.
Quem quer dar adeus ao emprego que não lhe agrada e apostar as fichas no sonho precisa ter uma poupança generosa. De nada adianta achar que vai pegar aquele dinheirinho contado e resolver a questão. "Muita gente não formou patrimônio suficiente para fazer a mudança e decide pôr em risco a carreira. Errar nessa fase da vida não dá", diz Vicky.

Mudar aos 45: Oportunidades abertas
Nessa etapa da vida, o peso da responsabilidade é bem maior. Porém, com a chegada dos 40 vem o desejo de grandes rupturas. A boa notícia: o mercado de trabalho está mais receptivo aos quarentões
Por Andrea Giardino
Liberdade não tem preço
Ao sair do Walmart em janeiro de 2008, Pablo Aversa, de 44 anos, que até então ocupava a cadeira de vice-presidente, tinha dúvidas se queria continuar no mundo corporativo. "Depois de oito anos num ambiente de extrema pressão, percebi que estava na hora de fazer uma reflexão antes de decidir."
Pablo vinha se sentindo insatisfeito, sem saber ao certo o porquê. "Tem horas em que você se olha no espelho e não gosta da pessoa na qual você está se transformando." Pegou a mulher, fez as malas e partiu para a Ásia, numa viagem de seis meses. "A experiência foi um ponto de ruptura em relação às coisas que eu considerava absolutas e imutáveis."
De volta ao Brasil, Pablo se submeteu a sessões de coaching. Nelas, redescobriu o interesse pela psicologia e se interessou pelo trabalho de coach. Fez as certificações necessárias e lá foi Pablo ser dono do próprio nariz. Hoje se considera feliz com a escolha, principalmente por ter uma agenda flexível. "Autonomia e liberdade não têm preço."
Jogar tudo para o alto e recomeçar em outra área pode significar um grande risco para quem já soprou as 40 velinhas. A essa altura da vida, as responsabilidades são maiores. Os filhos ainda estão na escola ou na faculdade e as despesas consomem uma boa fatia do salário.
No entanto, é exatamente com a chegada da chamada crise dos 40 que vem o desejo de promover grandes rupturas e dar uma virada na carreira. Uma pesquisa recente da DBM, empresa de recolocação de executivos de São Paulo, aponta que profissionais entre 40 e 50 anos são os que mais desejam mudar. O fenômeno, mostra o estudo, ganhou força nos últimos dois anos com o bom momento econômico do Brasil.
As oportunidades de trabalho aumentaram e o mercado está mais receptivo aos quarentões. "Quem está estagnado ou infeliz naquilo que faz começa a enxergar um horizonte de opções pela frente diante do cenário aquecido", diz Claudio Garcia, presidente da DBM. Porém, antes de trocar de área, é fundamental fazer a lição de casa, que consiste em planejar bem a mudança.
Quando? "Quanto mais cedo, melhor", diz o consultor Julio Sérgio Cardozo, de São Paulo. Pelo menos um ano antes de fazer o movimento. "Quando a pessoa descobre que está na hora de mudar, precisa saber analisar a próxima escolha muito bem", diz. Conversar com um coach ou mentor ajuda a refletir na busca de algo que realmente goste e esteja alinhado ao seu propósito de vida. O grande erro é pensar única e exclusivamente no retorno financeiro.
Também é prudente evitar mudanças radicais e não investir em uma atividade absolutamente diferente de tudo que você já tenha feito. "Nesse caso, o profissional terá de dar vários passos para trás, ganhar menos, esperar um certo tempo até conseguir ser reconhecido no novo mercado", diz Julio. Sem mencionar a competição daqueles que já ocupam um lugar a que você aspira.
Embora o cenário atual contribua para encorajar os quarentões a experimentar outra área ou carreira, ainda é significativo o número de pessoas que só mergulham de cabeça num novo projeto de trabalho quando são demitidas. Deixar para arriscar no momento de uma demissão é o mesmo que deixar para definir a final do campeonato aos 45 minutos do segundo tempo.
É importante enxergar os sinais de que os ciclos de carreira têm prazo de validade. "Mudanças serão uma constante", diz Anderson Sant'Anna, professor da Fundação Dom Cabral, de Minas Gerais. Para ele, as pessoas não terão mais uma carreira apenas, mas várias ao mesmo tempo, inclusive na mesma empresa.
Estar preparado para essa realidade de constantes transformações ajudará aqueles que pensam em se aventurar por diferentes caminhos. "Como não dá para alçar voos às cegas, vale a pena ir traçando um plano B", diz o professor. Uma pesquisa realizada pela Dom Cabral aponta que muitos executivos entre 40 e 45 anos decidiram fazer mestrado em gestão visando a uma transição para a área acadêmica. Uma mudança que, quando bem realizada, traz benefícios para o profissional e para a academia, que ganha um funcionário experiente e com visão de mercado.
Grande parte dos profissionais acima dos 40 sonha em abrir o próprio negócio — uma transição radical de funcionário para patrão. De acordo com a coach Vicky Bloch, entrar numa seara desconhecida sem fazer uma pesquisa prévia e mais profunda sobre o mercado é um tiro no escuro.
As oportunidades existem e estão aí, mas, para evitar dor de cabeça, recomenda-se avaliar também as competências individuais e como você lidou com situações adversas. Assim é possível decidir se tem aptidão para ser seu próprio patrão. Fazer um bom pé-de-meia para segurar as pontas durante a fase de transição é um aspecto que deve ser levado em consideração.
Quem quer dar adeus ao emprego que não lhe agrada e apostar as fichas no sonho precisa ter uma poupança generosa. De nada adianta achar que vai pegar aquele dinheirinho contado e resolver a questão. "Muita gente não formou patrimônio suficiente para fazer a mudança e decide pôr em risco a carreira. Errar nessa fase da vida não dá", diz Vicky.
Pessoal,
Segue um interessante texto extraído do site da Voce S/A.
Pense bem, faça mais (Por Isabela Lafri)
Conhecer sua maneira de pensar pode ajudá-lo a cumprir metas. Saiba como organizar as ideias para ter mais resultados
O administrador de empresas paulista Álvaro Barros, de 36 anos, gerente-geral da Viacom, programadora americana de televisão, reserva as duas primeiras semanas do ano para fazer uma lista de suas metas para os próximos 12 meses. "Divido em duas partes: os objetivos pessoais e os profissionais", diz.
Cada uma das abas é subdividida em diversos temas. Filhos, finanças, férias e saúde ficam na aba pessoal. Novos clientes, aumento de receita e contratações são alguns dos assuntos inseridos na aba profissional. Ao terminar, Álvaro imprime o documento e, pasme, coloca-o em uma pasta que o acompanha no dia a dia. Toda segunda-feira de manhã ele faz uma grande revisão dos objetivos.
É quando Álvaro desdobra as grandes metas em ações pontuais. "Minha primeira atividade é a preparação dos objetivos da semana", diz. Diferentemente da listagem anual, suas metas podem sofrer algumas alterações no decorrer do mês. Pode ser que você ache Álvaro extremamente metódico. Ele, porém, encontrou uma maneira eficiente de concretizar seus objetivos e minimizar as frustrações no trabalho e no plano pessoal.
"Já perdi a ilusão de cumprir tudo. Mas, sem dúvida, com esse método realizo muito mais coisas do que se não o fizesse", diz Álvaro. Existem várias formas de executar uma meta. O natural, no entanto, é fazê-lo sempre à mesma maneira — aquela a qual estamos acostumados e que já sabemos que dará certo. Especialistas em estilos cognitivos (ou estilos de personalidade) comentam que usar a mesma fórmula de execução tem vantagens, mas que há situações em que o método estruturado tem de dar lugar a um processo mais livre, mais criativo.
Se você trabalha em projetos distintos ou com equipes diferentes e não compreende esse ponto, corre o risco de entrar em atrito com o time ou o gestor da tarefa. "Estruturar o objetivo ajuda a alcançá-lo com agilidade e eficiência", diz Gazi Islam, professor de comportamento organizacional do Insper, de São Paulo. Mas viciar-se em um método de estruturação pode ser arriscado.
Gazi lembra que, até os anos 1980, fixar um objetivo e traçar caminhos para concretizá-lo era a regra. Estudos mais recentes passaram a contestar essa teoria. "Para funções criativas ou voltadas à inovação, o ideal é ter uma cabeça mais aberta e deixar o fluxo rolar, sem fórmulas", diz.

Qual é o seu estilo?
O ponto de partida é conhecer sua forma de pensar. De acordo com um estudo recente dos cientistas americanos Kachina Allen, Steven Ibara, Amy Seymour, Natalia Cordova, e Matthew Botvinick, o cérebro usa dois modelos básicos de planejamento. O primeiro afirma que uma ação leva a outra. Por exemplo: primeiro faço A, depois faço B para chegar ao C. O segundo diz que duas ações simultâneas são mais eficazes para atingir um objetivo.
Ou seja, faço A e B ao mesmo tempo para chegar ao C. Para Rafael Alcadipani, professor adjunto da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV-Eaesp), de São Paulo, no entanto, existem muitos outros modelos de planejamento mental. "O mais importante é saber qual é seu jeito de chegar ao resultado. Para isso, é preciso experimentar e descobrir qual fórmula funciona melhor para si." Essa é a maneira de detectar os erros e corrigi- los nas próximas execuções. "Também é a forma de identificar os êxitos e repeti-los", diz Jane Souza, consultora da Soma Desenvolvimento Corporativo, de São Paulo.
Conhecer de que maneira você planeja e executa suas ações pode ajudá-lo a cumprir seus objetivos com mais eficiência e aumentar os acertos. O efeito da prática pode ter impacto no seu bolso, já que os bônus são pagos por resultado. Agora, o maior benefício pode ser o fato de não ter de se deparar com aquela sensação, no final do ano, de que outros 12 meses se passaram e você não conquistou o que pretendia.
Confiança na intuição
AlAn Strozenberg, vice-presidente da agência de publicidade Z+, de 41 anos, e Max Petrucci, presidente da Garage interactive Marketing, de 43 anos, confiam na experiência que acumularam com os anos de trabalho e apostam na intuição para alcançar objetivos. "eu não faço anotações, tampouco elaboro diagramas. entendo qual é o objetivo e vou atrás dele", diz Max, da Garage. alan age da mesma forma: "Vou atrás da minha intuição", diz. a ciência define a intuição como a contribuição pessoal dos indivíduos para a solução dos problemas.
O jornalista e escritor Malcolm Gladwell, autor de Blink – A Decisão num Piscar de Olhos (ed. Rocco), afirma que a intuição é baseada no conjunto de conhecimentos próprios, adquiridos pelas múltiplas experiências de vida.
Profissionais mais experientes tendem a ter mais sucesso utilizando o método da intuição. segundo Max, o planejamento não é totalmente livre. estabelecer pequenas metas, como objetivos intermediários, ajuda principalmente quando a equipe também está envolvida e é importante que se visualize o caminho. o método permite detectar os erros mais facilmente durante a execução e faz com que o monitoramento dos objetivos por todos os integrantes seja mais fácil.
Cada uma das abas é subdividida em diversos temas. Filhos, finanças, férias e saúde ficam na aba pessoal. Novos clientes, aumento de receita e contratações são alguns dos assuntos inseridos na aba profissional. Ao terminar, Álvaro imprime o documento e, pasme, coloca-o em uma pasta que o acompanha no dia a dia. Toda segunda-feira de manhã ele faz uma grande revisão dos objetivos.
É quando Álvaro desdobra as grandes metas em ações pontuais. "Minha primeira atividade é a preparação dos objetivos da semana", diz. Diferentemente da listagem anual, suas metas podem sofrer algumas alterações no decorrer do mês. Pode ser que você ache Álvaro extremamente metódico. Ele, porém, encontrou uma maneira eficiente de concretizar seus objetivos e minimizar as frustrações no trabalho e no plano pessoal.
"Já perdi a ilusão de cumprir tudo. Mas, sem dúvida, com esse método realizo muito mais coisas do que se não o fizesse", diz Álvaro. Existem várias formas de executar uma meta. O natural, no entanto, é fazê-lo sempre à mesma maneira — aquela a qual estamos acostumados e que já sabemos que dará certo. Especialistas em estilos cognitivos (ou estilos de personalidade) comentam que usar a mesma fórmula de execução tem vantagens, mas que há situações em que o método estruturado tem de dar lugar a um processo mais livre, mais criativo.
Se você trabalha em projetos distintos ou com equipes diferentes e não compreende esse ponto, corre o risco de entrar em atrito com o time ou o gestor da tarefa. "Estruturar o objetivo ajuda a alcançá-lo com agilidade e eficiência", diz Gazi Islam, professor de comportamento organizacional do Insper, de São Paulo. Mas viciar-se em um método de estruturação pode ser arriscado.
Gazi lembra que, até os anos 1980, fixar um objetivo e traçar caminhos para concretizá-lo era a regra. Estudos mais recentes passaram a contestar essa teoria. "Para funções criativas ou voltadas à inovação, o ideal é ter uma cabeça mais aberta e deixar o fluxo rolar, sem fórmulas", diz.
Qual é o seu estilo?
O ponto de partida é conhecer sua forma de pensar. De acordo com um estudo recente dos cientistas americanos Kachina Allen, Steven Ibara, Amy Seymour, Natalia Cordova, e Matthew Botvinick, o cérebro usa dois modelos básicos de planejamento. O primeiro afirma que uma ação leva a outra. Por exemplo: primeiro faço A, depois faço B para chegar ao C. O segundo diz que duas ações simultâneas são mais eficazes para atingir um objetivo.
Ou seja, faço A e B ao mesmo tempo para chegar ao C. Para Rafael Alcadipani, professor adjunto da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas (FGV-Eaesp), de São Paulo, no entanto, existem muitos outros modelos de planejamento mental. "O mais importante é saber qual é seu jeito de chegar ao resultado. Para isso, é preciso experimentar e descobrir qual fórmula funciona melhor para si." Essa é a maneira de detectar os erros e corrigi- los nas próximas execuções. "Também é a forma de identificar os êxitos e repeti-los", diz Jane Souza, consultora da Soma Desenvolvimento Corporativo, de São Paulo.
Conhecer de que maneira você planeja e executa suas ações pode ajudá-lo a cumprir seus objetivos com mais eficiência e aumentar os acertos. O efeito da prática pode ter impacto no seu bolso, já que os bônus são pagos por resultado. Agora, o maior benefício pode ser o fato de não ter de se deparar com aquela sensação, no final do ano, de que outros 12 meses se passaram e você não conquistou o que pretendia.
AlAn Strozenberg, vice-presidente da agência de publicidade Z+, de 41 anos, e Max Petrucci, presidente da Garage interactive Marketing, de 43 anos, confiam na experiência que acumularam com os anos de trabalho e apostam na intuição para alcançar objetivos. "eu não faço anotações, tampouco elaboro diagramas. entendo qual é o objetivo e vou atrás dele", diz Max, da Garage. alan age da mesma forma: "Vou atrás da minha intuição", diz. a ciência define a intuição como a contribuição pessoal dos indivíduos para a solução dos problemas.
O jornalista e escritor Malcolm Gladwell, autor de Blink – A Decisão num Piscar de Olhos (ed. Rocco), afirma que a intuição é baseada no conjunto de conhecimentos próprios, adquiridos pelas múltiplas experiências de vida.
Profissionais mais experientes tendem a ter mais sucesso utilizando o método da intuição. segundo Max, o planejamento não é totalmente livre. estabelecer pequenas metas, como objetivos intermediários, ajuda principalmente quando a equipe também está envolvida e é importante que se visualize o caminho. o método permite detectar os erros mais facilmente durante a execução e faz com que o monitoramento dos objetivos por todos os integrantes seja mais fácil.
Como elaborar um bom currículo - Por Elaine Saad
Nesse vídeo, a consultora Elaine Saad - Voce S/A nos ensina os principais elementos para elaborar um bom currículo.
Conselhos do mestre Peter Drucker
Pessoal,
Segue um texto extraído da Havard Business Review sobre "Como se tornar um executivo eficaz".
Segue um texto extraído da Havard Business Review sobre "Como se tornar um executivo eficaz".
Videos sobre Gestão de Carreiras - Robert Wong
Pessoal,
Seguem 02 vídeos que mostram uma entrevista com Robert Wong, um dos 200 headhunters mais conceituados do mundo segundo a revista The Economist. Nessa entrevista, ele comenta um pouco sobre gestão de carreira. São 02 vídeos complementares.
Seguem 02 vídeos que mostram uma entrevista com Robert Wong, um dos 200 headhunters mais conceituados do mundo segundo a revista The Economist. Nessa entrevista, ele comenta um pouco sobre gestão de carreira. São 02 vídeos complementares.
Administração de Carreira: De quem é essa carreira?
Em matéria publicada por Maria Giuliese - blog da HSM, um Engenheiro de 38 anos nos conta os questionamentos de uma carreira que "não era bem o que ele queria"... bom pra refletir!
Certa vez atendi um profissional que, no auge de seus 38 anos, percebeu que havia algo estranho em seu trabalho. Casado, pai de três filhos, diretor financeiro de uma grande empresa, ele cumpria sua rotina de trabalho com precisão até que começou a desenvolver fortes dores de estômago. Os médicos disseram que era gastrite nervosa, provavelmente desenvolvida em decorrência de estresse. Alguns exames foram feitos e um medicamento para controlar os sintomas foi receitado. Seguindo as recomendações médicas começou a se tratar. A dor melhorava, mas não desaparecia. Programou suas férias com a família e nada de a dor desaparecer. Encontrou um antigo colega de trabalho com quem compartilhou o que se passava e o colega recomendou que ele conversasse comigo.
Nas primeiras sessões falamos sobre o que se passava naquele momento e nas sessões seguintes retomamos sua história profissional. Pedi que ele rabiscasse uma linha do tempo para analisarmos sobre como foi constituído seu caminho. E na sessão seguinte a isso ele me mostrou o esboço e explicou seu percurso.
“Fiz faculdade de engenharia de produção porque eu tinha o desejo de trabalhar em fábricas, com pessoas e máquinas, organizando sistemas de trabalho que fossem melhores tanto para os operários quanto para o empresário. Sempre pensei que seria ótimo conciliar interesses e aumentar a produtividade sem explorar pessoas. (…) No meio da faculdade comecei um estágio na própria universidade que me apresentou o mundo dos negócios por outro viés, a computação que naquela época ainda não era tão comum como hoje. (…) No final do curso fui obrigado a estagiar em uma indústria de tecidos, e assim que terminei o curso fui efetivado. Casei em seguida e em pouco tempo recebi uma proposta para assumir uma vaga no setor financeiro. Aceitei e a partir daí passei por outras duas empresas na área financeira até me tornar diretor como sou hoje. Mas olhando esse percurso com algum distanciamento fui obrigado a me perguntar: De quem é essa carreira?”
“Eu não me vejo nela. Abandonei o que me havia movido a estudar engenharia de produção, deixei meus valores fundamentais de lado. E agora me pergunto como me reencontrar se não me identifico com o que fiz até agora. Preciso mudar e penso que é essa a fonte das dores de estômago.”
Ele tinha razão. Durante anos foi levado a se mover de acordo com demandas externas a ele. E em momento algum parou para verificar o que ocorria internamente. Até que as dores de estômago começaram a incomodar o suficiente para que desconfiasse que havia algo errado em sua vida. Trabalhamos sua transição. E agora eu pergunto a você: De quem é a sua carreira? O que você tem feito da sua vida? Quem decide seus passos profissionais: seu chefe, o mercado, o dinheiro ou você?
Repense sua carreira!
De quem é essa carreira?
Nas primeiras sessões falamos sobre o que se passava naquele momento e nas sessões seguintes retomamos sua história profissional. Pedi que ele rabiscasse uma linha do tempo para analisarmos sobre como foi constituído seu caminho. E na sessão seguinte a isso ele me mostrou o esboço e explicou seu percurso.
“Fiz faculdade de engenharia de produção porque eu tinha o desejo de trabalhar em fábricas, com pessoas e máquinas, organizando sistemas de trabalho que fossem melhores tanto para os operários quanto para o empresário. Sempre pensei que seria ótimo conciliar interesses e aumentar a produtividade sem explorar pessoas. (…) No meio da faculdade comecei um estágio na própria universidade que me apresentou o mundo dos negócios por outro viés, a computação que naquela época ainda não era tão comum como hoje. (…) No final do curso fui obrigado a estagiar em uma indústria de tecidos, e assim que terminei o curso fui efetivado. Casei em seguida e em pouco tempo recebi uma proposta para assumir uma vaga no setor financeiro. Aceitei e a partir daí passei por outras duas empresas na área financeira até me tornar diretor como sou hoje. Mas olhando esse percurso com algum distanciamento fui obrigado a me perguntar: De quem é essa carreira?”
“Eu não me vejo nela. Abandonei o que me havia movido a estudar engenharia de produção, deixei meus valores fundamentais de lado. E agora me pergunto como me reencontrar se não me identifico com o que fiz até agora. Preciso mudar e penso que é essa a fonte das dores de estômago.”
Ele tinha razão. Durante anos foi levado a se mover de acordo com demandas externas a ele. E em momento algum parou para verificar o que ocorria internamente. Até que as dores de estômago começaram a incomodar o suficiente para que desconfiasse que havia algo errado em sua vida. Trabalhamos sua transição. E agora eu pergunto a você: De quem é a sua carreira? O que você tem feito da sua vida? Quem decide seus passos profissionais: seu chefe, o mercado, o dinheiro ou você?
Repense sua carreira!
Abertura oficial - Blog da turma GE 20 - Cedepe
Pessoal,
É com grande satisfação que estamos iniciando mais uma etapa de compartilhamento de conhecimento e informação sobre temas relacionados à Gestão Empresarial e aperfeiçoamento profissional. A princípio não pensei em nada muito elaborado, nem complexo. Apenas um local onde podemos postar artigos interessantes, dividir nossas dificuldades, encontrar soluções juntos.... enfim, um espaço onde possamos dar uma "passadinha" de vez em quando e deixar nossa contribuição. As regras de funcionamento e edição serão enviadas para o nosso e-mail do Grupo. Espero que todos vocês participem!
Grande abraço a todos,
Marcos Vinícius Domingues
É com grande satisfação que estamos iniciando mais uma etapa de compartilhamento de conhecimento e informação sobre temas relacionados à Gestão Empresarial e aperfeiçoamento profissional. A princípio não pensei em nada muito elaborado, nem complexo. Apenas um local onde podemos postar artigos interessantes, dividir nossas dificuldades, encontrar soluções juntos.... enfim, um espaço onde possamos dar uma "passadinha" de vez em quando e deixar nossa contribuição. As regras de funcionamento e edição serão enviadas para o nosso e-mail do Grupo. Espero que todos vocês participem!
Grande abraço a todos,
Marcos Vinícius Domingues
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